O meu maior segredo para ser feliz

Hoje queria falar-vos sobre isto. Sobre felicidade. Porque olho em volta e vejo o mundo numa dobadoira, ou, em bom português, numa roda vida, à espera de qualquer coisa que nem ele sabe o que é exatamente. Claro que todos queremos ser felizes, seja com alguém ou sozinhos, só queremos ter a nossa independência de cara lavada e sorriso estampado no rosto. Na verdade, penso em tudo quando vejo que todos nós estamos em busca de um sonho, de um qualquer objetivo que, todos os dias, se desvanece porque comprometemos a quantidade de pessoas necessárias para nos tirar o foco.

Eu, e atenção que não me estou a servir de mestre tibetano em andanças de bom conselheiro, também vivia nesta incessante luta de acordar e sentir que me faltava algo para me preencher. Mas o quê? Não sei. Só queria. E queria ir. Sem rumo, sem qualquer guião ou traçado pré-definido, até ler um livro, que aconselho vivamente a todos (Os Segredos que Nunca nos Contaram, de Albert Espinosa), que me trouxe uma aura diferente. Percebi que a felicidade não se procura, acontece. Ponto. Só e apenas acordar todos os dias de manhã e agradecer estarmos vivos, conseguirmos andar, levantarmo-nos e fazer uma coisa tão básica que é a nossa higiene oral. Muitos e muitas que habitam entre nós não têm a mesma sorte, mas estão felizes porque vivem e sorriem porque têm forças de seguir em frente. “Está bem, Fabien, e os ricos? Não gostavas? Como é que eles lá chegaram?”. Para mim, não há sorte, não há coincidências, há sabem o quê? Foco e determinação. Confiança e crença de que somos capazes de chegar onde quisermos. E o mais importante… trabalho. Trabalharmos naquilo que nos faz felizes é fundamental. É um acréscimo para nos levantarmos de manhã com aquela vontade esganada de darmos o nosso melhor.

Atualmente, vejo que as redes sociais são os novos confessionários. Há quem abuse deles, há quem não use por nada… eu uso como instrumento de trabalho. Profissionalmente dá-me muito jeito, aliás é importantíssimo essa comunicação virtual. Porém, faz-me confusão o relato minuto a minuto que muitos fazem do que comem, onde vão, para onde vão, com quem estão, os momentos que partilham… tudo ao milímetro. Se há mal? De todo! No entanto, para mim, existe muito claro na minha cabeça a diferença entre contarmos o que acontece na nossa vida e os momentos que partilharmos dela. Esta última opção é para nós, é nossa, para os nossos. Há muita maldade no mundo virtual e muitos dos relacionamentos amorosos ou dos projetos que lá partilhamos se revelam fracassos tempos mais tarde. Sabem porquê? Porque a infelicidade de uns é o sorriso vitoriosos de outros.

Por isso, tenho a certeza absoluta que o maior segredo para nós sermos felizes é sermos felizes em segredo. É assim que eu vivo e acreditem que é tão bom. Sabermos o que é de nós para os nossos e de nós para os outros é fundamental. Deixo-vos esta dica valiosa.  

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